
Faz hoje trinta anos que Ian Curtis, vocalista dos Joy Division, se suicidou, com apenas vinte e três anos.
Os Joy Division eram uma banda em pleno crescimento, fosse pela música negra e intensa ou pelas letras profundas e tocantes, mas o salto para a fama dar-se-ia no dia seguinte, dia em que rumavam aos Estados Unidos para uma tour por todo o país.
A personalidade conturbada de Ian, a doença que se manifestava cada vez mais frequentemente, a mulher e a amante, não o permitiram e Ian Curtis não resistiu, e ironicamente levaria o nome dos Joy Division ao topo, mas através do suicidio, tornando-se assim uma lenda...
E trinta anos depois, o que resta?
A música. A música dos Joy Division que vive um certo revivalismo que ultrapassa o culto que existiu durante anos, com muitas bandas a citarem o seu nome como inflûencia e cada vez mais jovens a considerarem-se fãs daquele som, negro, esparso, defeituoso, introspectivo e enérgico.
Dois LPs que são obras-primas autênticas e que ficam para a história, Unknown Pleasures e Closer, bem como algumas compilações póstumas com temas gravados antes da morte do vocalista.
Resta ainda um filme de Anton Corbijn, famoso fotógrafo que acompanhou a banda, entitulado Control, de 2007, e um documentário, do mesmo ano, realizado por Grant Gee.
Há também Touching From A Distance, uma biografia da sua esposa Deborah Curtis.
Ian Curtis suicidou-se na cozinha de sua casa, em Manchester. Antes disso contemplou a morte e a arte, ouviu The Idiot de Iggy Pop e viu Stroszek de Werner Herzog, curiosamente um magnífico filme sobre a dureza do sonho americano.
Os Joy Division eram uma banda em pleno crescimento, fosse pela música negra e intensa ou pelas letras profundas e tocantes, mas o salto para a fama dar-se-ia no dia seguinte, dia em que rumavam aos Estados Unidos para uma tour por todo o país.
A personalidade conturbada de Ian, a doença que se manifestava cada vez mais frequentemente, a mulher e a amante, não o permitiram e Ian Curtis não resistiu, e ironicamente levaria o nome dos Joy Division ao topo, mas através do suicidio, tornando-se assim uma lenda...
E trinta anos depois, o que resta?
A música. A música dos Joy Division que vive um certo revivalismo que ultrapassa o culto que existiu durante anos, com muitas bandas a citarem o seu nome como inflûencia e cada vez mais jovens a considerarem-se fãs daquele som, negro, esparso, defeituoso, introspectivo e enérgico.
Dois LPs que são obras-primas autênticas e que ficam para a história, Unknown Pleasures e Closer, bem como algumas compilações póstumas com temas gravados antes da morte do vocalista.
Resta ainda um filme de Anton Corbijn, famoso fotógrafo que acompanhou a banda, entitulado Control, de 2007, e um documentário, do mesmo ano, realizado por Grant Gee.
Há também Touching From A Distance, uma biografia da sua esposa Deborah Curtis.
Ian Curtis suicidou-se na cozinha de sua casa, em Manchester. Antes disso contemplou a morte e a arte, ouviu The Idiot de Iggy Pop e viu Stroszek de Werner Herzog, curiosamente um magnífico filme sobre a dureza do sonho americano.

R.I.P. Ian Kevin Curtis!
ResponderEliminarAbraço
Cinema as my World
"Defeituoso"? Está bem.
ResponderEliminarO Ian não deixou um bilhete? Tenho ideia que sim. Teria sido interessante teres referido isso no teu "artigo".
Já agora, passo a publicidade que vi: Tributo a Ian Curtis, sexta à noite, dia 21, num bar que agora ja nao me lembro mas sei que é em Campanha!