
Depois de Corações Felpudos, em 1990, os Mão Morta não perdem tempo e entram em estúdio para gravar aquele que seria o seu terceiro disco.
Ainda não tinha sido editado Corações Felpudos e já a banda bracarense estava a gravar o terceiro, que seria entitulado O.D., Raínha do Rock & Crawl.
A Área Total, editora da Guarda, não podendo editar Corações Felpudos (por ser um disco bastante mais caro) propõe que os Mão Morta gravem outro disco, num estúdio mais barato. Então o grupo compõe dois temas, dá uma nova roupagem a um outro mais antigo e improvisa mais dois em estúdio, com Adolfo a fazer a letra de Quero Morder-te as Mãos enquanto almoçava.
O.D., Raínha do Rock & Crawl mostra-se mais como um mini-álbum, com Adolfo Luxúria Canibal a assumir que "é um disco para que hoje olho e que sei que foi feito quase por brincadeira, é um disco que eu descreveria como menor, apesar das belíssimas canções que tem".
Já Miguel Pedro diz que "sinceramente, não me lembro da génese desse disco e apesar de me lembrar de o gravar e de me divertir imenso, tenho-o como o disco mais estranho que já fiz, porque não me lembro bem dele".
O disco é quase um regresso ao rock de guitarras depois dos devaneios mais melódicos de Corações Felpudos e também uma nova aproximação ao músculo e combate da fase inicial da carreira dos Swans.
Deste álbum fazem parte temas míticos como Charles Manson, Anarquista Duval ou Quero Morder-te as Mãos, temas que ainda hoje fazem parte do repertório ao vivo do grupo e ainda uma versão diferente da que os fãs conheciam de Bófia, tema mais pedido nas actuações. A separar os temas são lidos excertos de O Capital, de Karl Marx, pelos diferentes músicos.
O.D, Raínha do Rock & Crawl é editado na Alemanha, pela Big Noise e distribuído na Suiça, Austria e Checoslováquia pela Semaphore.
Zé dos Eclipses ainda grava o disco mas deixa a banda pouco depois, mudando-se para os Estados Unidos e para o seu lugar entraria Sapo, ex-Pop Dell'Arte.
No início do ano seguinte os Mão Morta são convidados para abrir o concerto dos Jesus And Mary Chain, concerto que fica marcado pelo atraso de José Pedro Moura no Casal Ventoso...
Ainda não tinha sido editado Corações Felpudos e já a banda bracarense estava a gravar o terceiro, que seria entitulado O.D., Raínha do Rock & Crawl.
A Área Total, editora da Guarda, não podendo editar Corações Felpudos (por ser um disco bastante mais caro) propõe que os Mão Morta gravem outro disco, num estúdio mais barato. Então o grupo compõe dois temas, dá uma nova roupagem a um outro mais antigo e improvisa mais dois em estúdio, com Adolfo a fazer a letra de Quero Morder-te as Mãos enquanto almoçava.
O.D., Raínha do Rock & Crawl mostra-se mais como um mini-álbum, com Adolfo Luxúria Canibal a assumir que "é um disco para que hoje olho e que sei que foi feito quase por brincadeira, é um disco que eu descreveria como menor, apesar das belíssimas canções que tem".
Já Miguel Pedro diz que "sinceramente, não me lembro da génese desse disco e apesar de me lembrar de o gravar e de me divertir imenso, tenho-o como o disco mais estranho que já fiz, porque não me lembro bem dele".
O disco é quase um regresso ao rock de guitarras depois dos devaneios mais melódicos de Corações Felpudos e também uma nova aproximação ao músculo e combate da fase inicial da carreira dos Swans.
Deste álbum fazem parte temas míticos como Charles Manson, Anarquista Duval ou Quero Morder-te as Mãos, temas que ainda hoje fazem parte do repertório ao vivo do grupo e ainda uma versão diferente da que os fãs conheciam de Bófia, tema mais pedido nas actuações. A separar os temas são lidos excertos de O Capital, de Karl Marx, pelos diferentes músicos.
O.D, Raínha do Rock & Crawl é editado na Alemanha, pela Big Noise e distribuído na Suiça, Austria e Checoslováquia pela Semaphore.
Zé dos Eclipses ainda grava o disco mas deixa a banda pouco depois, mudando-se para os Estados Unidos e para o seu lugar entraria Sapo, ex-Pop Dell'Arte.
No início do ano seguinte os Mão Morta são convidados para abrir o concerto dos Jesus And Mary Chain, concerto que fica marcado pelo atraso de José Pedro Moura no Casal Ventoso...
A1 Bófia
A2 Anarquista Duval
A3 Charles Manson
B1 Quero Morder-te as Mãos
B2 O Divino Marquês
Adolfo Luxúria Canibal - voz
Miguel Pedro - bateria
Zé dos Eclipses - guitarra
Carlos Fortes - guitarra
António Rafael - teclas
José Pedro Moura - baixo
A2 Anarquista Duval
A3 Charles Manson
B1 Quero Morder-te as Mãos
B2 O Divino Marquês
Adolfo Luxúria Canibal - voz
Miguel Pedro - bateria
Zé dos Eclipses - guitarra
Carlos Fortes - guitarra
António Rafael - teclas
José Pedro Moura - baixo

continuo à espera da tua critica a kylesa ;)
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