Em jeito de celebração dos 25 anos de carreira daquele que é um dos mais importantes projectos musicais nacionais, aqui pelo blog vai ser feita uma pequena retrospectiva pela discografia da banda como homenagem ao seu percurso...

Reza a lenda que a banda bracarense teve como impulso para nascer, uma conversa entre Joaquim Pinto e Harry Crosby, o baixista dos lendários Swans, em Berlim, em que o último lhe disse que tinha cara de baixista. Um mês depois, de regresso a Braga, Joaquim Pinto, ainda em extase com o mundo novo que tinha descoberto (musical e não só), compra um baixo e forma, juntamente com Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta.
Estes dois últimos já tinham feito parte de outros projectos, os Bang-Bang (juntamente com Zé dos Eclipses), os AuAuFeioMau e os PVT Industrial. Estava então composto o núcleo dos Mão Morta, com Joaquim Pinto no baixo, Miguel Pedro na guitarra e Adolfo Luxúria Canibal nas vocalizações e ritmos pré-gravados e, é esta a formação que dá o primeiro concerto.
No entanto, pouco depois junta-se á banda o guitarrista Zé dos Eclipses, passando Miguel Pedro para a bateria. Já com Carlos Fortes na segunda guitarra e sendo já alvo de atenção pelas carismáticas interpretações ao vivo (incluindo a abertura de concertos de um leque de artistas como Wire, Nick Cave And The Bad Seeds, Young Gods ou The Jesus And Mary Chain), o colectivo bracarense grava o seu primeiro disco homónimo.
João Peste, membro dos Pop Dell'Arte, oferece contracto através da sua editora Ama Romanta e é daqui que saem os primeiros hinos dos Mão Morta.
Este é um conjunto de canções que estavam bem oleadas, pois a banda já as tocava há muito tempo nos seus concertos. O disco foi gravado em apenas três dias, fruto da experiência e entrosamento do grupo. As canções apesar de terem estruturas primitivas, repetitivas e rudes são enérgicas e urgentes. É um disco que soa muito fresco para o panorama musical do Portugal de finais da década de 80. O estilo tão característico de Adolfo Luxúria Canibal torna os Mão Morta numa banda sem igual e este LP seria apenas o início de uma longa caminhada...
Estes dois últimos já tinham feito parte de outros projectos, os Bang-Bang (juntamente com Zé dos Eclipses), os AuAuFeioMau e os PVT Industrial. Estava então composto o núcleo dos Mão Morta, com Joaquim Pinto no baixo, Miguel Pedro na guitarra e Adolfo Luxúria Canibal nas vocalizações e ritmos pré-gravados e, é esta a formação que dá o primeiro concerto.
No entanto, pouco depois junta-se á banda o guitarrista Zé dos Eclipses, passando Miguel Pedro para a bateria. Já com Carlos Fortes na segunda guitarra e sendo já alvo de atenção pelas carismáticas interpretações ao vivo (incluindo a abertura de concertos de um leque de artistas como Wire, Nick Cave And The Bad Seeds, Young Gods ou The Jesus And Mary Chain), o colectivo bracarense grava o seu primeiro disco homónimo.
João Peste, membro dos Pop Dell'Arte, oferece contracto através da sua editora Ama Romanta e é daqui que saem os primeiros hinos dos Mão Morta.
Este é um conjunto de canções que estavam bem oleadas, pois a banda já as tocava há muito tempo nos seus concertos. O disco foi gravado em apenas três dias, fruto da experiência e entrosamento do grupo. As canções apesar de terem estruturas primitivas, repetitivas e rudes são enérgicas e urgentes. É um disco que soa muito fresco para o panorama musical do Portugal de finais da década de 80. O estilo tão característico de Adolfo Luxúria Canibal torna os Mão Morta numa banda sem igual e este LP seria apenas o início de uma longa caminhada...
A1 E Se Depois?
A2 Até Cair
A3 Sitiados
B1 Oub'Lá
B2 Carícias Malícias
B3 Aum
Adolfo Luxúria Canibal - voz
Miguel Pedro - bateria
Joaquim Pinto - baixo
Zé dos Eclipses - guitarra
Carlos Fortes - guitarra
A2 Até Cair
A3 Sitiados
B1 Oub'Lá
B2 Carícias Malícias
B3 Aum
Adolfo Luxúria Canibal - voz
Miguel Pedro - bateria
Joaquim Pinto - baixo
Zé dos Eclipses - guitarra
Carlos Fortes - guitarra

Gostei deste post, os Mão Morta merecem tributos destes.
ResponderEliminarUma das minhas músicas preferidas dos Mão Morta é a E se Depois? Passo-me quando tocam ao vivo :D
E por falar nisso, espero que não falte muito para virem ao Porto...
Não deve faltar muito, não! O Pesadelo em Peluche é editado já dia 19... Com toda a certeza irão apresenta-lo no Verão :)
ResponderEliminarPodes dar-me o cd quando sair. Se preferires podes dar-me aquele conjunto com os 4 cds. E todos do Nick Cave... Já que nunca me ofereces nada -_-
ResponderEliminar:o eu não tenho ordenado fixo como algumas pessoas!
ResponderEliminarPara isso tinha de ir trabalhar só para os comprar... ah, e não te sabia coleccionadora de discos :)
Btw, cheguei a pensar que essa caixa seria um o meu presente de aniversário... :)
Por acaso até era para ser, estive com ela na mão, na FNAC.
ResponderEliminarPreferias ter tido isso?
Fogo, odiaste o que te dei. Mais valia não ter gasto mil contos (ironia) e ter-te dado só as gomas de bananas!
Ahahah, claro que gostei, sabes bem que sim!
ResponderEliminarCom as bananas já não ia nada mal servido :DD
então já sei o que te vou dar no próximo aniversário. Teria comprado outra coisa para mim, podias ter avisado mais cedo.
ResponderEliminarViva aos Mão Morta!
ResponderEliminarDia 29 vão actuar no Coliseu de Lisboa, a não perder!
ResponderEliminarConcordo com a Inês! Os Mão Morta merecem mesmo um tributo assim! Ah, quem me dera ter visto Pluto ao vivo. Mas não fui a tempo... :/ O Manel Cruz é um senhor!
ResponderEliminar